Av. Teotônio Segurado, Qd. 402 Sul, Conj. 01 Lote 02 - Plano Diretor Sul

Responsável Técnico: Dr. Tauan de Oliveira (CRM/TO3203)

Seg-Sex: 08 às 18h

Sábado: 08h ao 12h

BLOG

Como identificar sinais de problemas de visão em crianças

A saúde ocular das crianças é uma preocupação fundamental para pais e cuidadores, pois uma boa visão desempenha um papel crucial no desenvolvimento cognitivo, social e acadêmico.

 

No entanto, identificar problemas de visão em crianças pode ser desafiador, já que muitas vezes elas não conseguem comunicar claramente seus sintomas.

 

Vamos entender os sinais comuns de problemas de visão em crianças, as etapas para a detecção precoce e a importância de exames oftalmológicos regulares.

 

Por que cuidar da visão das crianças?

 

A visão é essencial para o aprendizado e o desenvolvimento das crianças.

 

Uma boa visão permite que elas absorvam informações visuais importantes, interajam com o mundo ao seu redor e desenvolvam habilidades motoras, sociais e acadêmicas.

 

Problemas de visão não diagnosticados podem afetar negativamente o desempenho escolar, a autoestima e até mesmo o comportamento das crianças.

 

Sinais comuns de problemas de visão em crianças

  • Estrabismo

O estrabismo, ou olho vesgo, é uma condição em que os olhos não se alinham corretamente. Isso pode ser facilmente observado quando um dos olhos se desvia para dentro, para fora, para cima ou para baixo. Se notar que os olhos do seu filho não estão alinhados adequadamente, isso pode indicar a presença de estrabismo.

  • Fricção ou coceira nos olhos

Se seu filho esfrega ou coça os olhos frequentemente, pode ser um sinal de irritação ocular. Isso pode ser causado por problemas de visão, alergias ou infecções oculares.

  • Dificuldade de concentração ou aprendizado

Crianças com problemas de visão podem ter dificuldade em acompanhar o conteúdo visual apresentado na escola ou em casa. Isso pode se manifestar como uma falta de interesse em ler, dificuldade de concentração ou desempenho acadêmico abaixo do esperado.

  • Dores de cabeça frequentes

Dores de cabeça recorrentes podem ser um sinal de que seu filho está tendo dificuldades visuais. Especialmente se as dores de cabeça ocorrerem durante ou após a realização de tarefas visuais, como ler ou usar dispositivos eletrônicos.

  • Sensibilidade à luz

Crianças com problemas de visão podem ser mais sensíveis à luz do que o normal. Se seu filho fecha frequentemente os olhos em ambientes muito claros ou reclama de desconforto ao olhar para luzes brilhantes, isso pode indicar problemas oculares.

  • Olhos vermelhos ou lacrimejantes

Olhos vermelhos, lacrimejantes ou com secreção podem ser sinais de uma infecção ocular, ou outra condição que requer atenção médica. Se notar qualquer um desses sintomas, é importante consultar um oftalmologista o mais rápido possível.

 

Como identificar problemas de visão em crianças

 

Identificar problemas de visão em crianças é fundamental para garantir seu desenvolvimento saudável e bem-estar geral.

 

A observação cuidadosa e a atenção aos sinais de alerta são essenciais nesse processo.

 

Além disso, é importante que os pais estejam atentos a possíveis mudanças no comportamento ou desempenho acadêmico de seus filhos, pois esses indicadores podem sugerir dificuldades visuais.

 

A primeira etapa para identificar problemas de visão em crianças é observar atentamente seu comportamento.

 

Os pais devem estar atentos a sinais como fricção ou coceira frequentes nos olhos, sensibilidade à luz, olhos vermelhos ou lacrimejantes e dificuldade de concentração durante atividades visuais, como a leitura.

 

Esses sintomas podem indicar irritação ocular, problemas de refração ou outras condições oftalmológicas.

 

Além disso, é importante observar o desempenho acadêmico da criança.

 

Dificuldades na escola, como baixo rendimento em leitura ou escrita, podem ser sinais de problemas de visão.

 

Se a criança relatar dores de cabeça frequentes, especialmente durante ou após atividades que exigem esforço visual, como usar dispositivos eletrônicos ou ler, isso também pode indicar problemas de visão que requerem atenção.

 

Os pais também devem estar cientes de que algumas crianças podem não expressar claramente seus sintomas visuais.

 

Nesses casos, é importante estar atento a sinais mais sutis, como desinteresse em atividades visuais, desânimo ou irritabilidade durante atividades que exigem esforço visual.

 

Diante de quaisquer sinais de alerta, é fundamental agendar uma consulta com um oftalmologista pediátrico.

 

Somente um profissional qualificado pode fazer uma avaliação completa da visão da criança e diagnosticar possíveis problemas de visão.

 

Quanto mais cedo os problemas de visão forem identificados e tratados, melhores serão as chances de um desenvolvimento visual saudável e um desempenho acadêmico adequado.

 

A importância de exames oftalmológicos regulares

 

Exames oftalmológicos regulares são essenciais para detectar precocemente problemas de visão em crianças.

 

Mesmo que seu filho não apresente sintomas aparentes, é recomendável fazer o primeiro exame oftalmológico entre os 6 e 12 meses de idade, seguido de exames anuais durante a infância e adolescência.

 

Esses exames podem identificar problemas de visão que podem passar despercebidos em casa e garantir que seu filho tenha a melhor visão possível para um desenvolvimento saudável e bem-sucedido.

 

Ao estar atento aos sinais de problemas de visão em crianças e agendar exames oftalmológicos regulares, os pais podem garantir que seus filhos tenham a melhor visão possível e um futuro brilhante pela frente.

 

Lembre-se sempre de consultar um oftalmologista se tiver dúvidas ou preocupações sobre a visão de seu filho.

Inscreva-se na nossa newsletter e receba todas as novidades

Aplicação de placa radiativa episcleral 

Aplicação de injeções intravítreo

Autotransplante conjuntival

Avaliação das vias lacriamais

Biometria Ultrassônica

Biópsia de conjuntiva

Biópsia de esclera

Biópsia de íris e corpo ciliar

Biópsia de músculos 

Biópsia de retina

Biópsia de tumor via pars plana

Biópsia de vítreo via pars plana

Campimetria Manual

Cauterização de córnea

Ceratectomia superficial – monocular

Ceratoscopia Computadorizada/Topografia de Córnea 

Cicloterapia – qualquer técnica 

Cirurgia com sutura ajustável

Cirurgias fistulizantes antiglaucomatosas

Cirurgias fistulizantes com implantes valvulares

Corpo estranho da córnea – retirada

Cross-linking (CXL) de colágeno corneano (com diretriz definida pela ANS – nº 121)

Curva tensional diaria

Delaminação corneana com fotoablação estromal – LASIK (com diretriz definida pela ANS – nº 13) 

Drenagem de descolamento de coróide 

Endolaser/Endodiatermia 

Enucleação ou evisceração com ou sem implante 

Enxerto de esclera (qualquer técnica)

Estrabismo ciclo vertical/transposição – monocular – tratamento cirúrgico

Estrabismo horizontal – monocular – tratamento ciúrgico

Exame de motilidade ocular

Exérese de tumor de coróide e/ou corpo ciliar

Facectomia com lente intra-ocular com facoemulsificação

Facectomia com lente intra-ocular sem facoemulsificação

Facectomia sem implante

Fixação iriana de lente intra-ocular

Fotoablacao de superficie convencional – PRK (com diretriz definida pela ANS – nº 13) 

Fototrabeculoplastia (laser) 

Goniotomia ou trabeculotomia

Implante de anel intra-estromal (com diretriz definida pela ANS – nº 34) 

Implante de silicone intravítreo

 

Implante Intravítreo de polímero farmacológico de liberação controlada (com diretriz definida pela ANS nº 46)

Implante secundário / explante / fixação escleral ou iriana

Infiltração subconjuntival 

Infusão de perfluocarbono 

Injeção de toxina botulínica – monocular 

Injeção retrobulbar

Iridectomia (laser ou cirúrgica)

Iridociclectomia

Membranectomia EPI ou sub-retiniana

Microcirurgia para tumores orbitários

Orbscan

Pancrioterapia periférica 

Pantofotocoagulação na retinopatia da prematuridade – binocular (com diretriz definida pela ANS – nº 59)

Paracentese da câmara anterior 

Plástica Conjuntiva

Potencial de Acuidade Visual PAM

Potencial Evocado Visual PEV

Pterígio – exérese

PTK ceratectomia fototerapêutica – monocular 

Recobrimento conjuntival 

Reconstituição de fundo de saco 

Reconstituição de paredes orbitárias

Reconstrução da câmara anterior 

Reconstrução parcial da cavidade orbital – por estágio

Reconstrução total da cavidade orbital – por estágio

Remoção de hifema 

Remoção de implante episcleral 

Remoção de pigmentos da lente intra-ocular com yag-laser

Retinopexia com introflexão escleral

Retinopexia pneumática

Retinopexia profilática (criopexia)

Retirada de corpo estranho da câmara anterior 

Retirada de corpo estranho do corpo vítreo

Retirada de óleo de silicone via pars plana

Sinequiotomia (cirúrgica) 

Sinequiotomia (laser)

Sutura de conjuntiva

Sutura de córnea (com ou sem hérnia de íris)

Sutura de esclera

Tarsoconjuntivoceratoplastia

Teste de sensibilidade contraste ou de cores

Teste provocativo para glaucoma

Tonometria

Tratamento ocular quimioterápico com anti-angiogênico. Programa de 24 meses. Uma sessão por mês (por sessão)  (com diretriz definida pela ANS – nº 74) 

Troca fluido gasosa 

Tumor de conjuntiva – exérese 

Tumor de órbita – exérese 

Vitrectomia a céu aberto – ceratoprótese

Vitrectomia anterior

Vitrectomia vias pars plana

Como identificar sinais de problemas de visão em crianças

Como identificar sinais de problemas de visão em crianças

Como identificar sinais de problemas de visão em crianças