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Cirurgia de glaucoma no Hospital de Olhos de Palmas

A cirurgia de glaucoma é uma opção indicada quando a pressão intraocular precisa de controle mais intenso para reduzir o risco de progressão da doença e preservar o nervo óptico. 

No Hospital de Olhos de Palmas (HOP), a jornada do paciente envolve avaliação oftalmológica, exames complementares, orientação cirúrgica, realização do procedimento e acompanhamento pós-operatório. O corpo clínico do hospital é referência nesse tipo de cirurgia em Palmas (TO), com atuação voltada ao diagnóstico preciso, à escolha da técnica mais adequada e ao seguimento individualizado. 

A cirurgia pode envolver laser, trabeculectomia, implantes de drenagem ou técnicas minimamente invasivas, conforme o tipo de glaucoma, o estágio da doença, a pressão-alvo e a resposta aos tratamentos anteriores. 

O objetivo é favorecer melhor controle da pressão ocular e acompanhar a saúde visual com cuidado contínuo, sem prometer recuperação de danos já existentes.

Imagem ilustrativa

Sobre o procedimento

O glaucoma é uma doença que afeta o nervo óptico, estrutura responsável por levar as informações visuais do olho ao cérebro. Em muitos casos, está associado ao aumento da pressão intraocular, embora também possa ocorrer com pressão considerada dentro da média.

A cirurgia de glaucoma reúne diferentes técnicas que ajudam a reduzir a pressão dentro do olho. Essa redução pode ocorrer por melhora da drenagem do humor aquoso, fluido natural produzido no interior ocular, ou pela criação de uma nova via de escoamento.

Nem todo paciente com glaucoma precisa de cirurgia. Muitos casos são acompanhados com colírios, laser ou medicamentos por via oral. A cirurgia costuma entrar no plano terapêutico quando essas medidas não controlam a pressão de forma adequada ou quando a doença continua a progredir.

Entre as opções cirúrgicas, podem estar a trabeculectomia, os implantes de drenagem, os procedimentos minimamente invasivos para glaucoma e alguns tratamentos a laser. A escolha depende do tipo de glaucoma, da gravidade, da anatomia do olho e da saúde geral do paciente.

A cirurgia não recupera a visão já perdida pelo glaucoma. Seu papel principal é ajudar a reduzir o risco de novas perdas visuais, por meio do controle da pressão intraocular e do acompanhamento oftalmológico regular.

Principais indicações

A cirurgia de glaucoma pode ser recomendada quando a pressão intraocular permanece acima do valor desejado, mesmo com uso correto de colírios, laser ou outros tratamentos. Também pode ser considerada quando o paciente apresenta efeitos adversos importantes aos medicamentos.

Outra indicação ocorre quando há progressão da lesão no nervo óptico ou piora do campo visual, mesmo com tratamento clínico. Nesses casos, o oftalmologista pode avaliar se a cirurgia oferece uma alternativa mais adequada para tentar controlar a pressão.

Pacientes com glaucoma avançado, glaucoma congênito, glaucoma secundário, glaucoma neovascular ou glaucoma após trauma ocular podem precisar de abordagens específicas. Cada quadro exige análise cuidadosa, pois a resposta ao tratamento varia.

Em alguns pacientes, a cirurgia pode ser associada à cirurgia de catarata, principalmente quando há indicação para tratar as duas condições. As técnicas minimamente invasivas, por exemplo, podem ser consideradas em casos selecionados.

A recomendação final depende da avaliação do oftalmologista cirurgião. O profissional analisa o tipo de glaucoma, os exames, a pressão-alvo, o histórico ocular, o estilo de vida e as condições clínicas de cada paciente.

Como a cirurgia de glaucoma é realizada

A cirurgia de glaucoma começa antes do centro cirúrgico. O primeiro passo é a consulta oftalmológica, com avaliação da pressão intraocular, do nervo óptico, do campo visual e dos exames de imagem, quando indicados.

Na trabeculectomia, o cirurgião cria uma pequena via de drenagem para que o humor aquoso saia do interior do olho e seja absorvido em uma região localizada abaixo da conjuntiva. Essa área costuma ficar coberta pela pálpebra superior.

Nos implantes de drenagem, um pequeno dispositivo com tubo é posicionado no olho para ajudar o escoamento do fluido intraocular. Essa técnica pode ser avaliada em casos específicos, como glaucomas secundários, olhos já operados ou situações complexas.

Nos procedimentos minimamente invasivos para glaucoma, também chamados de MIGS, são usados dispositivos ou técnicas de menor manipulação tecidual. Em geral, eles são mais associados a casos leves ou moderados e, muitas vezes, à cirurgia de catarata.

Já alguns tratamentos a laser podem atuar no sistema de drenagem do olho ou em estruturas relacionadas à produção e circulação do humor aquoso. A indicação depende do tipo de glaucoma e da avaliação médica.

Pré-operatório da cirurgia de glaucoma

O pré-operatório da cirurgia de glaucoma ajuda a planejar o procedimento, reduzir riscos e alinhar expectativas. Nessa fase, o oftalmologista revisa exames, medicamentos em uso e condições clínicas que possam interferir na cirurgia.

Entre as orientações mais comuns, podem estar:

  • Realizar exames solicitados pelo oftalmologista antes da data marcada.
  • Informar medicamentos em uso, alergias e doenças pré-existentes.
  • Seguir a orientação sobre colírios que devem ser mantidos ou suspensos.
  • Evitar automedicação antes do procedimento.
  • Comparecer ao hospital com acompanhante, quando solicitado.
  • Manter exames e receitas disponíveis no dia da cirurgia.
  • Tirar dúvidas sobre técnica indicada, anestesia, retornos e cuidados iniciais.

Cada técnica pode exigir preparo próprio. Por isso, o Hospital de Olhos de Palmas envia todas as orientações aos pacientes assim que a cirurgia estiver confirmada.

Pós-operatório da cirurgia de glaucoma

O pós-operatório da cirurgia de glaucoma exige atenção aos retornos e ao uso correto dos colírios prescritos. O acompanhamento é importante porque a pressão intraocular pode oscilar nas primeiras fases da recuperação.

Entre os cuidados que podem ser orientados, estão:

  • Usar os colírios conforme a prescrição médica.
  • Evitar coçar, apertar ou esfregar os olhos.
  • Proteger o olho operado conforme orientação do oftalmologista.
  • Evitar esforço físico, piscina, poeira e maquiagem ocular por tempo definido.
  • Comparecer às consultas de retorno para medir a pressão intraocular.
  • Informar dor intensa, secreção, vermelhidão importante ou piora visual.
  • Respeitar o prazo indicado para voltar ao trabalho e às atividades físicas.

A cirurgia de glaucoma não elimina, em todos os casos, a necessidade de colírios ou acompanhamento contínuo. O tratamento pode ser ajustado ao longo do tempo, conforme a resposta ocular.

O Hospital de Olhos de Palmas envia todas as orientações aos pacientes assim que a cirurgia for finalizada.

HOP: referência em cirurgia de glaucoma no em Palmas (TO)

O Hospital de Olhos de Palmas reúne atendimento oftalmológico, exames, centro cirúrgico e acompanhamento pós-operatório em uma estrutura voltada ao cuidado ocular. Essa integração favorece uma jornada mais organizada para pacientes com glaucoma.

A doença exige acompanhamento de longo prazo. Por isso, a escolha do local para a cirurgia deve considerar não apenas o procedimento, mas também a capacidade de monitorar a pressão intraocular, avaliar o nervo óptico e revisar a resposta ao tratamento.

No HOP, o paciente recebe orientação sobre a técnica indicada, os cuidados antes e depois da cirurgia, os limites do procedimento e a importância dos retornos periódicos. A informação clara ajuda a tornar a decisão mais tranquila.

Para quem busca cirurgia de glaucoma em Palmas (TO), o HOP é o lugar certo para avaliar, tratar e acompanhar a saúde dos olhos, com estrutura para cuidar também da visão de toda a família.

FAQ: dúvidas frequentes sobre cirurgia de glaucoma

O que é cirurgia de glaucoma?

A cirurgia de glaucoma é um conjunto de procedimentos usados para reduzir a pressão intraocular quando o tratamento clínico, o laser ou outras condutas não alcançam o controle desejado. Ela pode criar uma nova via de drenagem, implantar um dispositivo para ajudar o escoamento do humor aquoso ou usar técnicas menos invasivas em casos selecionados.
O objetivo principal é diminuir o risco de progressão da doença e proteger o nervo óptico contra novas perdas. A cirurgia não recupera a visão que já foi perdida pelo glaucoma, pois a lesão no nervo óptico tende a ser permanente. Por isso, o acompanhamento regular após o procedimento continua necessário, mesmo quando a pressão apresenta melhora.

Quando a cirurgia de glaucoma costuma ser indicada?

A cirurgia de glaucoma costuma ser indicada quando a pressão intraocular permanece acima da meta definida pelo oftalmologista, apesar do uso correto de colírios, laser ou outros tratamentos. Também pode ser considerada quando o paciente não tolera os medicamentos, apresenta alergias, dificuldade de adesão ou progressão da doença nos exames.
A indicação depende do tipo de glaucoma, do estágio, da pressão-alvo, do campo visual, da aparência do nervo óptico e do histórico de tratamentos anteriores. Em alguns casos, a cirurgia pode ser recomendada antes de perdas mais importantes. Em outros, pode ser necessária em quadros avançados ou complexos, sempre após análise individualizada.

A cirurgia de glaucoma cura a doença?

A cirurgia de glaucoma não cura a doença. O glaucoma é uma condição crônica, que precisa de acompanhamento contínuo ao longo da vida. O procedimento busca reduzir a pressão intraocular e, com isso, diminuir o risco de novas lesões no nervo óptico. Mesmo após boa resposta inicial, a pressão pode mudar com o tempo.
Por esse motivo, consultas periódicas, exames de controle e avaliação do campo visual continuam necessários. Alguns pacientes ainda precisam usar colírios depois da cirurgia, enquanto outros podem reduzir medicamentos por orientação médica. A resposta varia conforme o tipo de glaucoma, a técnica realizada e a cicatrização de cada olho.

Quais são os principais tipos de cirurgia de glaucoma?

Entre os principais tipos de cirurgia de glaucoma estão a trabeculectomia, os implantes de drenagem e os procedimentos minimamente invasivos para glaucoma, conhecidos como MIGS. A trabeculectomia cria uma nova passagem para o humor aquoso sair do olho. Os implantes usam um pequeno dispositivo para auxiliar essa drenagem.
As técnicas minimamente invasivas costumam ser avaliadas em casos leves ou moderados, muitas vezes associadas à cirurgia de catarata. Além disso, alguns tratamentos a laser podem fazer parte do cuidado com o glaucoma, conforme o tipo da doença. A escolha depende de exames, pressão-alvo, anatomia ocular e histórico do paciente.

Qual é a diferença entre laser e cirurgia de glaucoma?

O laser para glaucoma pode atuar no sistema de drenagem do olho ou em estruturas relacionadas ao humor aquoso, dependendo da técnica escolhida. Em alguns casos, ele é usado antes de uma cirurgia mais invasiva ou como complemento ao tratamento com colírios. A recuperação costuma ser mais simples, mas a indicação é limitada a situações específicas.
A cirurgia de glaucoma, por sua vez, geralmente envolve uma intervenção no centro cirúrgico, com criação de nova via de drenagem ou implante de dispositivo. Ela pode ser indicada quando o controle da pressão exige uma abordagem mais intensa. A decisão entre laser e cirurgia depende da avaliação do oftalmologista.

A cirurgia de glaucoma pode ser feita junto com a catarata?

A cirurgia de glaucoma pode ser feita junto com a cirurgia de catarata em casos selecionados. Essa associação costuma ser avaliada quando o paciente tem catarata com impacto visual e glaucoma que precisa de melhor controle da pressão intraocular. Algumas técnicas minimamente invasivas são frequentemente consideradas nesse contexto.
A decisão depende do tipo de glaucoma, da gravidade da doença, da pressão-alvo e da anatomia ocular. Nem todo paciente se beneficia da cirurgia combinada, e alguns casos exigem procedimentos separados. O oftalmologista cirurgião avalia se a associação oferece uma estratégia adequada para a segurança e o cuidado visual do paciente.

Como é a recuperação da cirurgia de glaucoma?

A recuperação da cirurgia de glaucoma varia conforme a técnica realizada. Nos primeiros dias, pode haver sensação de corpo estranho, visão embaçada, leve desconforto, vermelhidão e sensibilidade à luz. O uso de colírios é comum, e as consultas de retorno ajudam a acompanhar a pressão intraocular e a cicatrização.
Atividades como esforço físico, piscina, maquiagem ocular e ambientes com poeira podem ter restrições temporárias. Na trabeculectomia, a cicatrização da área de drenagem precisa de atenção especial. Em implantes, o acompanhamento também avalia posicionamento e funcionamento do dispositivo. O prazo de retorno à rotina depende da evolução de cada caso.

A cirurgia de glaucoma tem riscos?

Toda cirurgia ocular tem riscos. Na cirurgia de glaucoma, eles podem incluir infecção, sangramento, inflamação, pressão muito baixa ou ainda elevada, cicatrização excessiva, catarata, alterações na córnea, necessidade de nova intervenção ou perda visual em situações raras. A frequência e o tipo de risco variam conforme a técnica e o quadro ocular.
A avaliação pré-operatória ajuda a reduzir riscos evitáveis e a escolher a abordagem mais compatível com o caso. O pós-operatório também tem grande importância, pois permite identificar alterações precocemente. O paciente deve seguir as orientações médicas e informar sintomas como dor intensa, secreção, vermelhidão forte ou piora súbita da visão.

Criança pode fazer cirurgia de glaucoma?

Crianças podem precisar de cirurgia de glaucoma, especialmente nos casos de glaucoma congênito ou infantil. Nessa faixa etária, a doença pode afetar o desenvolvimento visual e causar sinais como olhos aumentados, lacrimejamento, sensibilidade à luz e córnea opaca. A avaliação deve ser feita por oftalmologista com experiência no cuidado ocular infantil.
A técnica cirúrgica depende da idade, do tipo de glaucoma, da anatomia do olho e da pressão intraocular. O acompanhamento da família é muito importante, pois a criança pode precisar de retornos frequentes, exames sob orientação médica e uso de medicamentos. A conduta busca controlar a pressão e proteger o desenvolvimento da visão.

A cirurgia de glaucoma melhora a visão?

A cirurgia de glaucoma não tem como principal objetivo melhorar a visão. Sua finalidade é reduzir a pressão intraocular para tentar diminuir o risco de progressão da doença. Como o dano no nervo óptico costuma ser irreversível, a visão perdida pelo glaucoma geralmente não retorna após o procedimento.

Alguns pacientes relatam melhora indireta quando a cirurgia é combinada à catarata ou quando a pressão muito alta causava sintomas. Ainda assim, essa resposta não deve ser esperada em todos os casos. Antes da cirurgia, o oftalmologista explica o que pode ser esperado de forma realista, considerando estágio da doença, exames e condições do olho.

Depois da cirurgia de glaucoma, ainda é preciso usar colírios?

Depois da cirurgia de glaucoma, alguns pacientes continuam usando colírios, enquanto outros conseguem reduzir ou suspender parte dos medicamentos por orientação médica. A necessidade depende da pressão intraocular após a cirurgia, da cicatrização, do tipo de glaucoma e da pressão-alvo definida para proteger o nervo óptico.
Mesmo quando os colírios são reduzidos, o acompanhamento não deve ser interrompido. O glaucoma pode mudar com o tempo, e a pressão pode voltar a subir em alguns casos. Consultas periódicas, exames de campo visual e avaliação do nervo óptico ajudam o oftalmologista a ajustar o tratamento conforme a evolução.

Quem fez cirurgia de glaucoma precisa de acompanhamento por quanto tempo?

Quem fez cirurgia de glaucoma precisa de acompanhamento contínuo. No início, os retornos costumam ser mais frequentes, pois o oftalmologista avalia a cicatrização, a pressão intraocular, o uso de colírios e possíveis sinais de inflamação. Com a estabilização, os intervalos podem ser ajustados conforme o caso.
Como o glaucoma é uma doença crônica, o seguimento deve permanecer ao longo da vida. Mesmo após boa resposta cirúrgica, a pressão pode oscilar, e o nervo óptico precisa ser monitorado. O acompanhamento permite revisar a conduta, detectar mudanças e orientar o paciente sobre cuidados adequados para cada fase.